O MyFina é contabilidade doméstica para quem anota o dinheiro na mão. Sem promessas de «a IA resolve pra você», sem assinaturas forçadas, sem integrações bancárias que quebram a cada dois trimestres.
Por que mais um controle de gastos
A maioria desses apps cai em um de dois lados: «pregado a um único banco e inútil para o resto» ou «universal — mas tão universal que preencher demora mais do que manter uma planilha». Entre esses extremos existe um vazio onde mora o usuário real: contas misturadas (dinheiro, cartão, banco, investimentos), várias moedas e a simples vontade de ver «quanto a comida custou em março».
O que tem dentro
- Contas e categorias — sem loucura de hierarquia, no máximo dois níveis.
- Transações — despesa, receita, transferência. Transferências entre contas em moedas diferentes, sem a dor do câmbio.
- Orçamento — plano mensal por categoria; o realizado é calculado das suas próprias transações. Sem regras espertas que você esquece em uma semana.
- Metas de poupança — uma entidade própria, ligada a uma conta de verdade.
O que falta de propósito
Nada de «assistentes de IA» adivinhando categorias pela descrição (com dinheiro a gente não confia em chute); nem backup na nuvem imposto sem a sua autorização; nem rastreamento de comportamento. Se um dia acrescentarmos algo, vai estar nas notas de versão e na página de privacidade, já na primeira linha.
Como ler este blog
Dois fios. Finanças pessoais como ofício (planejamento, disciplina, nada de mágica) e o produto MyFina (o que é novo, o que consertamos, o que não fizemos de propósito).